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16-01-2017

LEVAR O NEGÓCIO A NOVOS VOOS ATRAVÉS DO MOBILE MARKETING

mobile marketing


O mobile marketing é o futuro e as empresas que mais cedo se colocarem na vanguarda da sua aplicação serão aquelas que mais depressa verão os seus negócios crescer. Simples, rápido e prático.


Para provar a eficácia do seu sistema de mobile messaging, a empresa norte-americana Dunkin' Donuts convidou Ellen Brennan, a mulher voadora mais rápida do mundo, para fazer um anúncio. O desafio era o de atirar-se do topo de uma montanha e conseguir agarrar um saco de donuts em pleno voo a mais de 193 quilómetros por hora, provando assim a rapidez do serviço de entrega dos seus produtos. Na antecâmara deste anúncio está uma aplicação para dispositivos móveis, que a Dunkin' Donuts tem ao dispor dos seus clientes, que lhes permite fazer a encomenda ao mesmo tempo que se dirigem para a loja física e, desse modo, evitarem tempos de espera em filas - podem pagar através do telemóvel. O resultado final pode ser visto na página da Mobile Marketing Association , que atribuiu ao anúncio o prémio "Global Best in Show". Se este é um prémio para os melhores anúncios, o que está na origem é mesmo a campanha de marketing digital para dispositivos móveis que a Dunkin' Donuts aplicou aos seus serviços, inovando para maior comodidade dos seus clientes.

Este é apenas um dos milhares de exemplos de sucesso da utilização de aplicações no mobile marketing, em concreto na área do advertising. Com as constantes mudanças nos hábitos dos consumidores, há cada vez mais pessoas com smartphones ou tablets e há cada vez mais quem os utilize para navegar na internet e as empresas sabem que a mensagem final tem de ser "personalizada", já que o recetor da mensagem é o dono do cartão com quem se está a comunicar. Por isso, a transformação digital a que assistimos em praticamente todos os setores da economia apresenta uma clara oportunidade de expansão do negócio para os atores de todo o ecossistema móvel. O desafio está, pois, em saber aproveitar a oportunidade trazida pelos novos tempos e responder através da inovação nos serviços.

De acordo com o Groupe Speciale Mobile , uma das associações de operadores móveis mais relevantes de todo o mundo, estima-se que haja cerca de 7,6 mil milhões de dispositivos móveis no planeta, representando cerca de 4,7 mil milhões de subscritores únicos. Para se ter uma noção de grandeza, refira-se que a população mundial está atualmente calculada em 7,4 mil milhões de pessoas . As receitas dos operadores rondarão o trilião de dólares anuais (cerca de 916 mil milhões de euros).

As constantes alterações tecnológicas a que assistimos constituem uma excelente oportunidade de crescimento de negócio para as empresas. Em Portugal, 96 por cento da população tem um dispositivo móvel...

Em Portugal, cerca de 96 por cento da população tem um dispositivo móvel, o que coloca os portugueses entre no "top 3" dos europeus mais adeptos das novas tecnologias e dos aparelhos móveis, como revela o estudo "Mobile Shopping, Banking and Payment Survey", da consultora Nielsen . O estudo acrescenta que 82 por cento dos portugueses recorre aos dispositivos móveis para aceder ao email, mais 11 por cento face à media europeia, 78 por cento para consultar as redes sociais (mais 16 por cento do que a média comunitária) e 64 por cento para procurar um produto ou serviço (mais 14 por cento). A mesma consultora Nielsen adianta que 38 por cento dos portugueses usam os telemóveis para jogos e outros conteúdos de entretenimento . Estes números dão bem a ideia da pujança das novas tecnologias no mercado português, bem como do enorme potencial de crescimento que ainda encerra...

A multinacional H&M quis alargar a sua base de dados de email e, para isso, convidou os clientes a simplesmente enviarem uma SMS, recebendo como prémio um desconto de 20 por cento numa futura compra.

De volta ao mercado global, e concretamente à utilização das tecnologias mobile messaging para efeitos comerciais, é utilizada por cerca de 22 por cento das empresas de retalho . Tome-se o exemplo da multinacional H&M, que pretendia alargar a sua base de dados de clientes finais para poder aumentar o espectro das suas campanhas publicitárias e instruiu os lojistas no sentido de convidar esses mesmos clientes a responder a uma SMS, na qual tinham apenas de inserir o endereço de email. Em troca, recebiam de volta uma SMS na qual tinham direito a um cupão de desconto de 20 por cento na sua próxima compra. Uma estratégia simples, direta e eficaz.

mobile marketingDe resto, é sob este trinómio que assentam as campanhas de mobile messaging, cujo conteúdo pode ser elaborado e direcionado para um consumidor específico, tendo por base o histórico das suas respostas sobre os seus gostos/hábitos. Esta é a pedra de toque deste género de campanhas, cujo alcance é mais vasto do que a ?simples? publicidade para aparelhos móveis.

Para quem estiver pouco familiarizado com publicidade para dispositivos móveis, importa aqui salientar alguns pontos de interesse, desde logo o baixo custo da sua implementação, a possibilidade de direcionar especificamente a campanha (como acima referido), o maior alcance de cada iniciativa e a possibilidade de avaliar com precisão o retorno do investimento publicitário. Como os dispositivos móveis estão sempre à mão, a possibilidade de resposta imediata aumenta, ganhando as empresas maior interação com o consumidor. O mobile messaging abre ainda espaço para a utilização de ferramentas de entretenimento para gerar envolvimento, notoriedade e reputação, para a inovação nos formatos e para permitir novos métodos de pagamento.

Baixo custo, conteúdos direcionados, maior alcance das mensagens e avaliação precisa do retorno das campanhas são algumas das vantagens do mobile marketing, cujas características potenciam ainda o acesso a serviços essenciais, como a saúde ou a educação.

Em suma, as tecnologias para dispositivos móveis desempenham um papel central no desenvolvimento sócio-económico do mundo atual, contribuindo de forma decisiva para o aumento da produtividade e do emprego e melhorando o acesso a um sem-número de serviços essenciais, como a educação ou a saúde. Estes fatores contribuem ainda para a inclusão social: no final de 2015, havia cerca de 2,5 mil milhões de pessoas no mundo com acesso à Internet através de dispositivos móveis, número este que ascenderá aos 3,8 mil milhões em 2020.

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